Cretinos sofisticados e o Santander


Esse pessoal muito sofisticado que fala que "não houve apologia na exposição promovida pelo Santander, apenas exposição" não é burro, nem cego. Pelo contrário. Essa conversa para boi dormir de que "não houve apologia" é nada menos que um blefe sem-vergonha de João-Sem-Braço, para tentar defender algo que qualquer pessoa com senso mínimo de decência e do óbvio sente rapidamente que é errado.

Se não fosse apologia, não seria dado o nome de QUEERmuseu, por um bando de "artistas queer", para a exposição. Ora, se você é Judeu, provavelmente não vai nomear uma exposição acerca do nazismo de "Museu do Judaísmo". De forma semelhante, se você é um Cristão sério e praticante, não fará uma exposição com os os casos de uso indevido de dízimo de fiéis por pastores inescrupulosos e a chamará de "Museu do Cristianismo". Afinal, esses casos não representam sua fé ou sua tradição mas, pelo contrário, são episódios profundamente negativos que devem ser lembrados para que nunca mais se repitam, repudiados.

Mas não, ESSA É VERDADEIRAMENTE a mentalidade "queer", e não é à toa que assim eles batizaram, orgulhosamente, o "museu". E o que você encontra na exposição? A blasfêmia, o espírito do anticristo, a tentativa da normalização das mais bizarras e asquerosas depravações sexuais sob a efígie da "diversidade", incluindo o bestialismo e a sexualização de crianças. Eles achavam que não ia dar em nada, que ninguém ia perceber nada, que o povo já estava suficientemente anestesiado e que, como em Sodoma, já poderiam desfilar tranquilamente as mais descaradas obscenidades em plena luz do dia. Foram pegos de calças arriadas e agora estão dizendo "não é bem assim, vocês não entendem arte" e "não foi essa a intenção", como se hóstias com a palavra "vagina" ou um "jesus-chimpanzé" nos braços de Maria pudessem ser racionalizados para pessoas com o mínimo de senso de ridículo e da realidade.

Quem gosta de saborear racionalizações para a aceitação do inaceitável são os sofisticados e depravados intelectuais de esquerda, que como diz a Bíblia, "como animais irracionais, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção". As pessoas comuns e decentes enxergam essa exposição exatamente pelo que ela é: a mais pura e escancarada iconografia do satanismo.

Deus abençoe o povo simples do Brasil, que ainda enxerga claramente o mal e conserva a coragem de chamar o diabo do que ele é: diabo.